Nós já sabíamos

29/08/2010

Vocês devem se lembrar deste post aqui, que a Débora criou há quase três anos, sobre a Daniela Albuquerque explicando como ela foi escolher o jornalismo como curso universitário.

Por increça que parível, o post até hoje é comentado. Pouco sobre o assunto e muito sobre tergiversações e acusações de inveja da nossa parte. Não deixa de ser verdade: todos nós, um dia, pensamos em estar na pele da mitológica Daniela Albuquerque (quem???).

Pois não fomos só nós que achamos a referida modelo uma “gurafcinha” (abraço, Hebe) ao comentar sobre o Toddynho abençoado que ela tomou. Há exatos vinte dias, o CQC colocou, em seu Top Five, um vídeo sobre a nossa xodozinha dando a mesma explicação sobre a escolha pela carreira jornalística (arrã!) num programa da RedeTV!. E o melhor de tudo: deu os méritos a Deus por isso.

Nós já sabíamos.
E enquanto isso, a Somália que se dane.


Aglomeração, calor e xixi pelas ruas

15/02/2010

Me chamem de mau-humorada, mas alguns fenômenos da cultura pop são esquisitos, não são? Um deles, sem dúvida, é o Carnaval. Ok, eu não vou diminuir os méritos da festa. Dizem por aí que o Carnaval nasceu como um ato de transgressão, de libertação antes da quaresma – período em que os cristãos deveriam esquecer festas, bebidas e carnes (em qualquer concepção do termo). Até aí, ótimo. Me parece que a festa ainda segue o objetivo inicial. Mesmo que a quaresma já nem seja mais respeitada… Além disso, adquiriu o status de festa – e símbolo – nacional. Uma espécie de futebol em forma de folia. Mais uma forma de vender o Brasil para o mundo.

Acho que o Carnaval pode ser realmente saudável. Em cidades menores, parece realmente legal dançar ao som de marchinhas, confraternizar com pequenos blocos de Carnaval de rua, ver homens vestidos de mulher, etc.

Mas, o que realmente leva pessoas a se aglomerarem em ruas lotadas de gente, ao som de músicas com letras no mínimo estranhas, e pularem e dançarem sem parar? Quer dizer, nada disso seria esquisito se as pessoas de fato tivessem espaço para se mexerem… e se outras pessoas não fizessem xixi nestas mesmas ruas, e se não estivesse um calor do cão. Vi ontem imagens do Carnaval em Olinda e me impressionei. Como disse um jornalista em uma rádio “por aqui contam sempre a história de um homem que morreu durante a folia, mas só conseguiu cair no chão quando o Carnaval acabou”. Hilário, mas próximo da realidade.

E tudo fica mais estranho com a presença daqueles bonecos gigantes. Folclore a parte – acho que toda manifestação cultural tem seu mérito, por mais bizonha que seja – aquelas figuras são com certeza meio atordoantes, não são?

Mas acho que nada bate os trios elétricos de Salvador, que tem o mesmo estilo de empilhamento de pessoas pelas ruas. Afinal, “Sou o lobo mau, sou o lobo au, au… vou te comer, vou te comer, vou te comer”…

Bem, por hoje é só… quem sabe amanhã um post sobre o Carnaval carioca. Isso depois que eu ver na TV a reprise compacta dos melhores momentos da primeira noite de desfiles na Marquês do Sapucaí. O.o


E o Oscar vai para – melhor filme

08/02/2010

O Cowabanga é pop, gosta de pop e por isso mesmo ninguém aqui tem problemas em admitir que troca tranquilamente um filme iraniano por um arrasa quarteirão estadunidense . Sendo assim, esse post segue a academia e trata dos indicados ao Oscar 2010 ! De quebra ainda ajudar você a chutar melhor no

Bolão COWABANGA! – And the Oscar goes to… (versão EU JÁ SABIA!)

Pra começar, a categoria que mantém todo mundo na frente da telinha (se é que alguém aguenta a cerimônia até o fim): melhor filme.

Avatar

Concorrendo em nove categorias, a aposta obvia de todo mundo é o Dança com lobos no espaço, Avatar. Eles são azuis, eles são grandes e eles vieram para ficar. James Titanic Cameron esperou 12 anos pra filmar essa fábula no espaço, convenceu uma galera a investir no projeto e segurou firme a torcida contra quem afirmava que dificilmente as bilheterias do filme ultrapassariam o 300 milhões da produção. E ele não só ultrapassou como segue nos cinemas dando tchauzinho pros maiores recordes de bilheteria de todos os tempos.

A posição sobre o Ava diverge. Uns amam, outros juram que já viram isso antes. Não em 3D, não no espaço, mas mais ou menos com o mesmo gosto. O fato é que os azuinhos de Pandora e a sua mensagem de paz, amor e vamos cuidar da natureza tomaram de assalto a cultura pop universal com  como há tempos não se via.

Guerra ao terror

Na seqüência da banca de apostas e também com nove indicações uma coincidência que faz os cinéfilos de plantão sorrirem de cantinho: Guerra ao Terror, da diretora e ex-esposa de Cameron, Kathryn Bigelow. O título em português é mais uma demonstração da criatividade dos tradutores brasileiros que conseguiram transformar The hurt locker, algo como “o armário da dor” no já citado guerra ao terror.

Apesar de seguir a onda recente de filmes sobre a guerra do Iraque, Bigelow faz um filme diferente baseado nos relatos reais do jornalista Mark Boal. Ela mantém o pulso firme e mostra o cotidiano da ocupação pelos olhos dos soldados que trabalham kamikasemente desativando bombas deixadas para trás. Os soldados do lado yanque, off course.

Bastardos inglórios

Sem pretensões de critério na ordem de apresentação, seguimos com Bastardos Inglórios, oito indicações e Brad Pitt (ok, quem da o show é o Christoph Waltz, mas o Brad é sempre bacana de olhar). O novo filho de Quentin Tarantino fala de cinema falando de guerra e não deixa de ser uma homenagem a sétima arte. Taranta pega os nazi como pano de fundo e se diverte numa salada de referências com uma trilha sonora do c$%¨&.

Sem querer desaniamr ninguém na hora de votar, mas a academia curte ignorar o Taranta solenemente e é bem provável que ele saia mais uma vez com as mãos abanando. Depois de Pulp Fiction ele vem colecionando indicações mas estatuetas que é bom, necas. Talvez achem o rapaz muito arrogante, talvez não se conformem com o fato dele não ter pretensão nenhuma de fazer uma revisão histórica – apenas de entrar para história do cinema.

Amor sem escalas

Amor sem escalas, que entra nessa com cinco indicações, está pousando no cinema agora mas já tem o meu coração. Argumento 1. George Clooney. Ele faz um executivo cujo trabalho é demitir empregados no lugar dos seus chefes. Ele não tem coração, passa mais horas voando e contando milhas que em terra, mas tem baldes e baldes de charme. Argumento 2. O diretor, Jason Reiman. O moço pode não ter a tarimba bilhetérica de Cameron nem a genialidade do Taranta, mas dirigiu os adoráveis Juno e Obrigado por fumar o que o coloca num patamar deveras confiável. Quem não viu, corre pra locadora – alguém ainda faz isso? – e aproveita. São filmes bacanas com diálogos inteligentes. Algo difícil de achar pelas bandas cinematográficas ultimamente.

A história pode parecer encaixar muito com a crise econômica mundial, mas é baseada num livro de 2001 e no fim trata de um tema universal: pessoas. E enquanto o cinema tratar de pessoas e sentimentos reais, seguiremos pagando ingresso (isso pra não dizer George Clooney, George Clooney, George Clooney!).

Preciosa

Correndo por fora com seis indicações e pra encerrar a nossa etapa Melhor Filme, Preciosa – uma história de esperança. Não precisamos dizer que o acréscimo ao precious foi coisa dos nossos queridos tradutores (um dia ainda faço um post só com essas pérolas).

O filme é baseado na história real de uma garota que foi estuprada pelo pai de quem teve um filho com síndrome de down, maltratada pela mãe e expulsa do colégio aos 16, logo após engravidar de novo do pai. Pra completar, Claireece “Preciosa” Jones é gorda e não sabe escrever. Não, não é uma história das tardes com a Márcia, é uma película holywoodiana. Agora se a vida dela muda ou não eu não vou dizer, que a gente curte pop, não spoiler.

O resto

Como a academia subiu pra dez o número de indicados ainda faltam cinco filmes pra serem explicadinhos, mas vamos ser sinceros. Esse post já tá muito grande e eles não tem chance. Ou alguém aí acha que Distrito 9 (aliens convivendo com humanos em regime de apartheid na África do Sul), Up – altas aventuras (velhinho e criança visitam América do Sul numa casa voadora movida a vento e balões coloridos), Um homem sério (irmãos Cohen), Um sonho possível (Sandra Bullock loira e de franja) e Educação (esse eu não sei nada não) tem alguma chance?

As outras categorias ficam pra outra hora e que a força esteja com vocês!


Bolão COWABANGA! – And the Oscar goes to… (versão EU JÁ SABIA!)

08/02/2010

Como vocês sabem, bolão é uma coisa muito pop. Não é nada fácil resistir a eles, convenhamos. A simples ideia de brincar de Nostradamus, tentando acertar mais palpites que os outros e ganhando, além de prêmios, a chance de tirar uma onda com a cara dos amigos que não entendem nada do assunto em questão, é talvez mais tentadora do que o próprio Lado Negro da Força. E como para nós cultura pop é o que há, não poderíamos ignorar essa manifestação por aqui – além do que, cá entre nós, bolão é sempre uma coisa divertida para caramba. Mas relaxe, caro aspirante a Splinter: não queremos que você adivinhe quem vai ganhar o Campeonato Gaúcho ou qual vai ser o vencedor do Big Brother, nada disso. Nosso negócio é mais, digamos, cinematográfico…

Explico sim, pode deixar. O Oscar está aí, batendo na porta – mais especificamente, a cerimônia ocorre no dia 07 de março, um domingo, no Kodak Theatre de Hollywood. É uma cerimônia que, como sempre, vai reunir um monte de gente importante na indústria do cinema lado a lado com um monte de não-celebridades de última categoria, e que promete surpresas consideráveis na sua premiação. E aí está, oráculo: queremos que VOCÊ nos ajude a adivinhar quem vai levar o homenzinho-amarelo-de-barriga-tanquinho para casa!

O processo não poderia ser mais simples. Basta colocar seus palpites na caixa de comentários deste post, dizendo quem vai levar o quê na cerimônia do Tio Oscar. A anarquia é a alma do negócio – se quiser chutar em todas as categorias, vai fundo; se quiser só votar em melhor filme, beleza; se quiser apenas dizer que a Penelope Cruz é uma deusa e vai ganhar Atriz Coadjuvante só por causa disso, tá na boa também. Se tu tá com pressa de ver quem tá concorrendo, pode dar uma consultada na lista de indicados aqui.

De qualquer modo, e como não poderia deixar de ser, vai rolar uma sequência de posts aqui no COWABANGA!, explicando direitinho quem concorre ao quê nessa emocionante briga pelo mais desejado peso de papel do planeta. Dá a tua previsão, e quando a gente voltar das festas pós-cerimônia publicaremos um post aqui enaltecendo os sábios que acertaram na bucha. Como prêmio, além da pizza de muzzarella, a honra eterna e inabalável de ser o herói de uma geração e o primeiro grande exemplo de Mãe Dinah da nova década. Sensacional, né?

Então não perca tempo. Clica ali em “deixar um comentário” e – voilá! – deixe seu comentário. Um abraço, e vejo vocês no futuro!


Was it a car or a cat I saw?

21/01/2010

Como estamos em clima de retomada de atividades, e como esse clima não combina com posts gigantes que só gente com muita bondade no coração de fato lê até o fim, resolvi marcar o meu retorno ao Cowabanga com um post não apenas curtinho, mas que também aponta para o infinito e além. OK, eu explico. É que, nessa humilde postagem que você lê pacientemente nesse exato momento, vou expor nada menos que três assuntos que renderiam, cada um deles, um post individual –  o que possivelmente aconteça de verdade, num futuro próximo. Não bastasse isso, vou terminar o post juntando milagrosamente todos eles em uma coisa só. E vai fazer sentido! Duvida, infiel? Pois então sigam-me os bons, porque lá vai!

Primeira coisa que merece um post: Weird Al Yankovic. Se você leu esse nome e pensou algo do tipo “tá, mas quem é esse cara?”, saiba que os Espíritos que governam a Cultura Pop estão nesse exato momento gritando FAIL para você. Pois nosso chapa Weird Al é um dos maiores gênios pop que existem, um cara que engole as pérolas e dejetos da indústria cultural e transforma tudo em humor da mais alta qualidade. Mais do que paródias, as músicas e videoclips do cara são reinvenções, releituras engraçadíssimas de sucessos e clássicos da música internacional. Vá no YouTube e procure vídeos como “Like A Surgeon” (versão de “Like A Virgin” da Madonna), “Eat It” (hilária reinvenção de “Beat It” do Michael Jackson) e “The Alternative Polka” (medley onde entra de Nine Inch Nails a Beck e Sheryl Crow) para ter uma vaga ideia de tudo que estava perdendo. Não coloco os links aqui como uma punição a vocês, mesmo – nada de hyperlinks, deixem de preguiça e vão atrás.

A segunda coisa é Bob Dylan. Se nesse momento você pensou “OK, e esse cidadão, quem é?”, então seja bem-vindo, amigo/a recém chegado de Marte. Tentar resumir em poucas linhas um cidadão que, munido apenas de um violão, uma gaita e letras sublimes, reinventou a música popular como a conhecemos e influenciou todo mundo que se possa imaginar, é um exercício absoluto de futilidade – de modo que fica apenas a citação do nome, que a ideia sobre a obra do cara tenho certeza que vocês conseguem concatenar muito bem.

A terceira e derradeira coisa: palíndromos. Vocês sabem, aquelas frases marotas que, lidas ao contrário, resultam na mesma coisa que no sentido normal. “A diva em Argel alegra-me a vida”, “Amor, ata-me, mata Roma!”, “Socorram-me, subi no ônibus em Marrocos!”, essas coisas. Pode parecer uma bobagem sem sentido, mas existem palíndromos em livros, lápides e, vejam só, até no Canal do Panamá! Não é bem cultura pop, mas rende um post bem bacana – quem sabe no meu blog pessoal, talvez (não dava para perder a chance do merchã, me desculpem)…

Por fim, como prometido, o passe de mágica, que atende pelo singelo nome “Bob”. Trata-se (vocês adivinharam) de um clip do Weird Al Yankovic, feito em homenagem a Dylan e parodiando o vídeo de “Subterranean Homesick Blues” (uma obra de arte, a música e o vídeo original). Como as letras de Dylan costumam ser complexas, cheias de metáforas e sentidos ocultos, Weird Al teve uma engenhosa ideia na hora de escrever a letra da sua canção-paródia-homenagem. Percebendo que o primeiro nome de Dylan (Bob) é um palíndromo, Weird Al Yankovic decidiu (arrá!)… Fazer uma letra exclusivamente com palíndromos! O resultado, pleno de genialidade em todos os sentidos, vocês podem conferir abaixo. Com vocês, “Bob”:

Então tá. Por hoje é só, pessoal. Nos vemos por aí, e foi um privilégio ter estado com vocês.


Mestre de todos os sortilégios!

19/01/2010

Não sei bem quando as coisas começam a se tornar cultura pop. Talvez seja um processo longo e vagaroso de assimilação em massa. Mas algumas “atrações” são rápidas e meteóricas, também. Um exemplo disso pode ser a Lady Gaga, eu acho. Quer dizer, quem há um ano sabia da existência daquela pessoa anêmica, de peruca e roupas estranhas? Enfim… o fato é que provavelmente a passagem seja marcada pela aparição na TV. Ao menos é assim que muita gente descobre a mesma coisa ao mesmo tempo. Quando você liga a telinha, a probabilidade de milhares de brasileiros estarem vendo justamente a mesma coisa que você é altíssima. E isso não é nenhuma novidade. E por mais que ele seja o eterno príncipe negro das noites de domingo, o mestre de todos os sortilégios, foi assim que também aconteceu com Leonard Montano. Éééé Mister M…! Este homem hipnotizou os telespectadores do Fantástico ainda no final do último milênio. Com sua horrenda mascarazinha preta, trouxe a público o que todos sempre quiseram saber: os truques dos ilusionistas. Mas peraí, poder paranormal não existe? A mulher não é cerrada? A carta não passa para o outro lado do vidro? E droga! Não é possível transformar papel comum em dinheiro? Em 1999, o Brasil todo descobriu que a resposta para todas estas perguntas é: Não! Se você acreditava, você é um estúpido! (crianças, é mentira, estou usando de frases de efeito para convencer a fraca mente dos adultos. Qualquer dúvida, é só falar com o Papai Noel que ele confirma tudo). Agora ok, eu sei que você não acreditava em nada daquilo. Nem eu. Mas a curiosidade matou um gato. E o Mister M fez o maior sucesso sacaneando os demais ilusionistas do mundo. Isso há mais de uma década. Mas a alegria durou pouco, os truques se esgotaram e o americano de Los Angeles foi-se embora da rede de televisão provavelmente mais assistida do Brasil. Mas rá! Quem é vivo sempre aparece! E eu fui descobrir somente neste final de semana que o mestre de todos os sortilégios aparece desde 2007 no programa Tudo é Possível, da Ana Hickman, na Record (apesar de a tentação por criar mais um post com comentários eternos, não tecerei minhas opiniões sobre as belas da RedeTV. Mesmo pq, também, ela não é da RedeTV). A diferença agora é que se você acertar como é que o cara vai resolver a mágica, você ganha um MP3. Claro, não é tão simples… você tem que ignorar seu senso de ridículo e estar ao vivo na platéia do programa. Isso sim é cultura pop! COWABANGA! Mas eu escrevi até aqui 434 palavras só pra dizer o seguinte: Mister M é o cara! Anos e anos depois, mesmo já tendo visto a resolução de uma incrível variedade de truques, eu assisti aquele quadro até o final! E, sinceramente, fiquei decepcionada quando descobri que só ia saber como a lança atravessa a assistente sem machucá-la na semana que vem (se bem que eu tenho um palpite: é um dispositivo retrátil no cinto dela. Pode escrever). Enfim, talvez a fronteira seja justamente esta. Talvez algo entre para o imenso balaio da cultura pop quando a audiência passa a ignorar o seu superego crítico e consome o produto sem refletir sobre sua real qualidade. Mas confessa, vai… todos ficaram mortos de curiosidade pra ver a cara do Mister M aquela vez no Fantástico… Grande príncipe negro das noites de domingo!


E.T., telefone, minha casa

18/01/2010

O rei do pop pode ter batido as botas mas o Cowabanga continua. Firme, forte e morimbundo. Após umas curtas férias –  quase um ano, mas não espalha – e milhares de e-mails implorando pelo nosso regresso, decidimos que se é pelo bem do povo e felicidade geral da nação, voltamos!

Trazendo do pop enlatado e pronto pra consumo do Homem-Aranha aos sinuosos desvios do rock africano, numa bela salada pink fúcsia como o bom pop merece a idéia é bater ponto por aqui semanalmente e tirar as teinhas que possam ter se formado.

Enquanto isso, pra aquecer as baterias ao invés de um post interminável um clip super moderno, cool e xablablau. Afinal o Cowabanga não trata só de resgate de memória sentimental de adolescente ointentista. A gente também é hype, benhê.

Hasta la vista, babe!


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