Feliz Nova Orelha

Ok, isso aqui tá bem devagar. Mas vocês sabem como são as desculpas de um universitário: quando está com o semestre em andamento, não tem tempo porque há muitos trabalhos e cadeiras pegando pesado. Quando está de férias, quer cultivar a política da preguiça deitado numa rede com o traseiro apontado pro céu.

Entrementes, algumas coisas valem a pena serem postadas e comentadas. Como esta notícia do Whiplash (cujo link você pode ver no fim do post) sobre uma audição musical do vocalista, flautista e tecladista da banda holandesa Focus, Thijs Van Leer.
Não sei quem me contou que, dentre muitos motivos, a banda terminou devido aos atritos entre o guitarrista Jan Akkerman e Van Leer. Chegou num dado momento que Akkerman disse que o vocalista era um belo de um idiota e não agüentava mais conviver com o mesmo. Não sei até que ponto isso é verdade, mas depois da notícia lida, há de se desconfiar.

Basicamente, Van Leer participou de uma audição musical de várias canções de várias bandas, sem saber o nome delas e nem das músicas em questão. Lá pelas tantas, ao ouvir Metal Icarus, do Angra, encantou-se com a voz de André Mattos e comentou: “É um homem cantando? Impressionante!”

Mas o motivo do post não é o comentário sobre Metal Icarus, e sim sobre a ouvidela de Van Leer sobre um trabalho do Tool, banda cujo trabalho conheço uma ou duas músicas. Ao ouvir uma música da banda, o vocalista do Focus não hesitou e soltou a seguinte pérola:
“Eles tocam tudo com precisão, mas é um pouco rigído. Não há suingue, não consigo mexer minha bunda ouvindo isso. (…) Dá para entender o porquê de eles terem excursionado com o KING CRIMSON.

Vocês já podem entender por que grifei a última frase e também de ter comentado sobre a hipótese de briga do Akkerman com Van Leer: o King Crimson é uma das minhas bandas preferidas do ramo progressivo.
Mesmo assim, devo dizer que foi uma das coisas mais engraçadas que já li de um artista progressivo sobre outro grupo progressivo também. E por isso, vale nosso registro aqui.

No mais, Happy New (Y)ear pra todos vocês. Ou, em bom português, Feliz Nova Orelha. E torçamos para que o Peter Gabriel desembarque por estes pagos, pela glória de Tutatis!

Ah, o link –> http://whiplash.net/materias/news_880/081351-angra.html

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4 Responses to Feliz Nova Orelha

  1. Kauê disse:

    ‘COWABANGA!’ vive!

    (logo mais, leio o post e comento direito)

  2. Kauê disse:

    “vocalista, flautista e tecladista”?
    como ele faz quando tem um trecho da música que precisa de voz e flauta ao mesmo tempo?

  3. Fred disse:

    Depende, Kauê.

    Nesse caso, geralmente fazem um ou outro. Ou voz ou flauta.

    Mas tem bandas, como o Jethro Tull, que coloca uma flautinha ou um violão, que normalmente é executado pelo vocalista, junto com a voz. Em estúdio, tranqüilo fazer isso. Ao vivo, aí a banda tem que optar por um arranjo alternativo e abdicar de algum instrumento presente na versão de estúdio.

  4. Paula disse:

    Teê hips pro Cowa!

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